Broncodilatador indicado para tratamento de manutenção do broncoespasmo associado à DPOC, bronquite crônica, enfisema e asma.
Brometo de Ipratrópio solução pressurizada para inalação (aerossol) é indicado como broncodilatador para o tratamento de manutenção do broncoespasmo associado à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que inclui bronquite crônica, enfisema pulmonar e asma. Brometo de Ipratrópio solução para nebulização (gotas) é indicado como broncodilatador para o tratamento de manutenção do broncoespasmo associado à DPOC, que inclui bronquite crônica e enfisema. Também é indicado em combinação com medicação beta-2-agonista no tratamento do broncoespasmo agudo associado à asma e DPOC.
Aerossol - Tratamento de manutenção (adultos e crianças acima de 6 anos): 2 doses (2 puffs – 40 mcg), 4 vezes ao dia. Máximo 12 doses diárias (240 mcg). Gotas - Adultos: 2,0 mL (40 gotas = 0,5 mg), 3 a 4 vezes ao dia. Crianças 6-12 anos: 1,0 mL (20 gotas = 0,25 mg), 3 a 4 vezes ao dia. Crianças menores de 6 anos: 0,4-1,0 mL (8-20 gotas), 3 a 4 vezes ao dia. Tratamento de crise aguda: mesmas doses, podendo ser repetidas conforme necessário.
Brometo de Ipratrópio é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à atropina ou aos seus derivados (tais como o brometo de ipratrópio).
Deve-se tomar cuidado para que o medicamento não entre em contato com os olhos. Usar com cautela em pacientes com predisposição a glaucoma de ângulo fechado. Usar com cautela em pacientes com patologia obstrutiva do trato urinário inferior pré-existente. Pacientes com fibrose cística podem estar mais sujeitos a distúrbios na motilidade gastrintestinal. Podem ocorrer reações de hipersensibilidade imediata. Broncoespasmo paradoxal pode ocorrer e ser fatal. Cautela ao dirigir automóveis ou operar máquinas.
Comuns: cefaleia, tontura, irritação na garganta, tosse, boca seca, náusea e distúrbios da motilidade gastrintestinal. Incomuns: hipersensibilidade, reação anafilática, visão turva, midríase, aumento da pressão intraocular, glaucoma, dor ocular, palpitações, taquicardia, broncoespasmo paradoxal, edema orofaríngeo, diarreia, constipação, vômito, rash, prurido, retenção urinária. Raras: distúrbios na acomodação visual, fibrilação atrial, urticária.
Não é recomendada a coadministração crônica com outros medicamentos anticolinérgicos. Agentes beta-adrenérgicos (fenoterol, salbutamol, isoxsuprina, piperidolato, terbutalina) e derivados de xantina (aminofilina, bamifilina) podem intensificar o efeito broncodilatador. O risco de glaucoma agudo pode aumentar com administração simultânea de brometo de ipratrópio nebulizado e betamiméticos.
A segurança durante a gravidez não está estabelecida. Classificado na categoria B de risco na gravidez. Não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Não se sabe se é excretado no leite materno, mas não se espera que alcance o lactente de maneira importante quando administrado por via inalatória. Deve ser administrado com cuidado a lactantes.