Medicamento indicado para o tratamento da esclerose lateral amiotrófica (ELA), aumentando o período de sobrevida e o tempo até a traqueostomia.
Este medicamento é indicado para o tratamento de pacientes portadores de esclerose lateral amiotrófica (ELA) ou doença do neurônio motor. Riluzol aumenta o período de sobrevida e/ou o tempo até a traqueostomia.
Pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade grave ao Riluzol ou a qualquer um dos componentes do comprimido; Pacientes que apresentam hepatopatias ou que apresentam valores iniciais de transaminases maiores que 3 vezes o limite superior da normalidade (LSN); Grávidas e lactantes.
A dose recomendada de Riluzol é de 50 mg a cada 12 horas. O comprimido deve ser ingerido pelo menos uma hora antes ou duas horas após a refeição. Riluzol deve ser tomado de forma regular e na mesma hora do dia, todos os dias. Os comprimidos devem ser administrados com líquido, por via oral. Não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Devido ao risco de hepatite, as transaminases séricas devem ser monitorizadas antes e durante o tratamento. A TGP deve ser monitorizada a cada mês durante os primeiros 3 meses, a cada 3 meses durante o restante do primeiro ano e periodicamente depois. O tratamento deve ser suspenso se os níveis de TGP estiverem aumentados de 5 vezes o LSN. Pacientes devem comunicar qualquer doença febril ao médico. Caso surjam sintomas respiratórios como tosse seca e/ou dispinéia, deve ser realizada radiografia de tórax. Pacientes devem ser alertados sobre o potencial de tontura ou vertigem e não devem dirigir veículos ou operar máquinas caso estes sintomas ocorram.
Muito comuns: náusea, astenia, testes da função hepática anormais. Comuns: dor de cabeça, tontura, parestesia oral, sonolência, taquicardia, diarréia, dor abdominal, vômito, dor. Incomuns: anemia, doença intersticial pulmonar, reações anafiláticas, angioedema, pancreatite. Casos isolados: neutropenia severa, hepatite.
Inibidores de CYP 1A2 (cafeína, diclofenaco, diazepam, nicergolina, clomipramina, imipramina, fluvoxamina, fenacetina, teofilina, amitriptilina e quinolonas) podem diminuir a taxa de eliminação de Riluzol. Indutores de CYP 1A2 (rifampicina e omeprazol) podem aumentar a taxa de eliminação. Tabaco e alimentos grelhados em carvão podem aumentar a taxa de eliminação.
Riluzol não deve ser utilizado em mulheres grávidas. O 14C-riluzol foi detectado no leite de ratas lactantes. Não se sabe se Riluzol é excretado no leite humano. Riluzol não deve ser utilizado em mulheres durante a lactação. Categoria de risco na gravidez: C.
Pediatria: Riluzol não é recomendado para utilização em crianças. Idosos: Não existem instruções especiais. Pacientes com função renal prejudicada: O uso não é recomendado. Pacientes com função hepática prejudicada: Riluzol não deve ser administrado.