Betabloqueador indicado para controle de hipertensão, angina pectoris, arritmias cardíacas, enxaqueca, tremor essencial e ansiedade.
Controle de hipertensão. Controle de angina pectoris. Controle das arritmias cardíacas. Profilaxia da enxaqueca. Controle do tremor essencial. Controle da ansiedade e taquicardia por ansiedade. Controle adjuvante da tireotoxicose e crise tireotóxica. Controle da cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva. Controle de feocromocitoma.
Hipersensibilidade ao propranolol e componentes da fórmula. Hipotensão. Bradicardia. Distúrbios graves da circulação arterial periférica. Síndrome do nó sino-atrial. Feocromocitoma não tratado. Insuficiência cardíaca descompensada. Angina de Prinzmetal. Choque cardiogênico. Acidose metabólica. Bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau. Histórico de asma brônquica ou broncoespasmo.
Adultos - Hipertensão: dose inicial 80 mg duas vezes ao dia, máximo 640 mg/dia. Angina, ansiedade, enxaqueca e tremor: dose inicial 40 mg duas ou três vezes ao dia. Arritmia e taquicardia: 10-40 mg três ou quatro vezes ao dia. Feocromocitoma: 60 mg pré-operatório ou 30 mg manutenção. Pacientes idosos e crianças: doses individualizadas conforme resposta clínica.
Os comprimidos devem ser administrados por via oral, engolidos inteiros com água. Se esquecer uma dose, tomar assim que possível. Não tomar duas doses ao mesmo tempo.
Comuns: fadiga, lassitude, bradicardia, extremidades frias, fenômeno de Raynaud, distúrbios do sono. Incomuns: distúrbios gastrointestinais, náuseas, vômito, diarréias. Raras: vertigem, trombocitopenia, hipotensão postural, alucinações, psicoses, alopecia, broncoespasmo. Muito raras: hipoglicemia, síndrome tipo miastenia grave.
Usar com cautela em insuficiência cardíaca controlada, distúrbios circulatórios periféricos, bloqueio cardíaco de primeiro grau. Pode mascarar sinais de hipoglicemia e tireotoxicose. Não descontinuar abruptamente em doença cardíaca isquêmica. Cautela em cirrose descompensada e hipertensão portal. Pode comprometer capacidade de dirigir se causar vertigem ou fadiga.
Categoria C. Não deve ser utilizado sem orientação médica. Betabloqueadores reduzem perfusão placentária, podendo resultar em morte fetal, partos prematuros e eventos adversos no neonato. Amamentação não recomendada após administração.
Sintomas: bradicardia, hipotensão, insuficiência cardíaca aguda, broncoespasmo. Tratamento: monitorização em UTI, lavagem gástrica, carvão ativado, atropina (1-2 mg IV), glucagon (1-2 mg IV), dobutamina ou estimulantes beta-adrenérgicos conforme necessário. Ligue 0800 722 6001 em caso de intoxicação.
Modifica a taquicardia da hipoglicemia. Cuidado ao usar concomitantemente com tratamento hipoglicêmico em diabéticos. Propranolol pode prolongar resposta hipoglicêmica à insulina.