Medicamento para tratamento e prevenção de broncoespasmo em asma e doença obstrutiva crônica. Não é indicado para crises agudas.
Teofilina é destinado ao tratamento e prevenção de broncoespasmo devido à asma e doença obstrutiva crônica de vias aéreas. Não é indicado para o tratamento da crise de asma ou broncoespasmo agudo. Não deve ser utilizada como fármaco de primeira escolha no tratamento de asma em crianças.
Hipersensibilidade à Teofilina ou a qualquer componente da fórmula. Infarto do miocárdio recente. Taquiarritmia aguda.
Doses devem ser ajustadas com base na eficácia e tolerabilidade individual. Dose diária de manutenção para adultos e crianças a partir de 16 anos: 11-13 mg/kg de peso corpóreo. Cápsulas devem ser engolidas inteiras com bastante líquido após as refeições. Faixa terapêutica alvo: 8-20 mcg/mL. Fumantes necessitam doses maiores. Idosos (>60 anos) requerem doses menores.
Sintomas incluem desordens gastrintestinais (náusea, vômito, dor abdominal, diarréia), estímulo do SNC (inquietação, cefaleia, insônia, vertigem), desordens cardíacas (arritmia). Em níveis >20 mcg/mL sintomas são mais graves. Acima de 30 mcg/mL podem ocorrer convulsões, arritmia grave e insuficiência cardiovascular. Tratamento: descontinuar medicamento, determinar concentração plasmática, administrar carvão ativado oral, monitorização eletrocardiográfica contínua. Hemoperfusão ou hemodiálise em casos graves.
Administrar com cautela em: angina instável, risco de taquiarritmia, hipertensão grave, cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, hipertireoidismo, histórico de epilepsia, úlcera gástrica/duodenal, porfiria, prejuízo da função hepática ou renal. Risco elevado de toxicidade em idosos e pacientes gravemente enfermos. Monitoração terapêutica recomendada. Febre diminui depuração da Teofilina. Pode afetar habilidade de dirigir e operar máquinas. Contém açúcar (atenção diabéticos).
Categoria de Risco: C. Segurança não estabelecida. Não deve ser utilizado durante gravidez, principalmente primeiro trimestre, exceto se estritamente necessário. Segundo e terceiro trimestres: apenas se benefícios compensarem riscos. Pode inibir contratilidade uterina no final da gravidez. Neonatos expostos no pré-natal devem ser monitorados. Teofilina é excretada no leite materno. Neonatos e lactentes devem ser monitorados. Amamentação idealmente imediatamente antes da dose. Mães com doses terapêuticas elevadas devem interromper amamentação.
Alterações do sistema imune: reações de hipersensibilidade. Metabólicas: hipocalemia, hiperglicemia, hiperuricemia. Psiquiátricas: agitação, inquietação, irritabilidade, nervosismo. SNC: cefaleia, insônia, tremores, convulsões. Cardíacas: taquicardia, arritmia, palpitação, fibrilação atrial, flutter atrial. Vasculares: hipotensão, choque. Gastrointestinais: náusea, vômito, diarréia, sangramento gastrintestinal. Músculo-esqueléticas: rabdomiólise. Renais: aumento débito urinário, falência renal aguda.
Interações com outras xantinas, betasimpatomiméticos, cafeína. Álcool (dose grande): aumento 30%. Alopurinol (≥60mg/dia): aumento 25%. Cimetidina: aumento 70%. Ciprofloxacino: aumento 40%. Claritromicina: aumento 25%. Carbamazepina: diminuição 30%. Barbitúricos: diminuição eficácia. Diazepam: pode necessitar doses maiores. Digoxina: diminuição 27,5%. Diltiazem e bloqueadores de canais de cálcio: podem diminuir clearance.